Prateleira do Saber

O problema
Prática Pedagógica Antirracista: Nunca vi, só ouço falar
Muitas escolas reconhecem a importância da educação antirracista, mas ainda encontram dificuldades para levá-la ao cotidiano. O tema aparece em datas ou ações pontuais, enquanto currículo, referências e práticas permanecem pouco atravessados pelas relações étnico-raciais. O desafio é perceber o que precisa mudar e encontrar caminhos possíveis para começar.
Um encontro para reconhecer lacunas no currículo real, identificar práticas que reproduzem o racismo no cotidiano escolar e construir possibilidades concretas de transformação.
A transformação
A formação amplia o olhar sobre o cotidiano escolar: o que ensinamos, quais referências apresentamos e quais histórias ainda estão ausentes? A partir dessas perguntas, profissionais reconhecem práticas que podem ser revistas e constroem possibilidades para que a educação das relações étnico-raciais aconteça durante todo o ano.
O que a instituição recebe
Um encontro formativo de 1h20 com profissionais da educação + 1h de diálogo com a gestão e/ou equipe pedagógica. A instituição também recebe materiais de apoio e uma síntese dos principais pontos, provocações e possibilidades construídos durante o processo.
Antes e depois da formação, perguntas breves ajudam a observar mudanças de percepção sobre a própria prática. Ao final, participantes identificam aprendizados, pontos a serem revistos e uma possibilidade concreta de mudança para o cotidiano escolar.
A avaliação


Formação destinada à gestão, direção, coordenação pedagógica, pedagogas(os) e professores, realizada presencialmente ou online, com 1h20 de encontro formativo + 1h de diálogo com a gestão e/ou equipe pedagógica.

O problema
Autodeclaração, identidade, coisa e tal...
Raça e identidade atravessam a vida dos estudantes, mesmo quando esses assuntos não aparecem de forma explícita na escola. Dúvidas sobre autodeclaração, pertencimento, aparência e identidade convivem com brincadeiras, apelidos e situações que podem reproduzir estereótipos e racismo. Nem sempre, porém, existem espaços seguros e mediados para conversar sobre essas experiências.
Como conversar com estudantes sobre identidade racial e autodeclaração quando raça já atravessa as relações entre eles, inclusive nas piadas, apelidos e brincadeiras que muitas vezes são tratadas como “normais”?
A transformação
O encontro cria espaço para que estudantes compreendam melhor conceitos como identidade, raça e autodeclaração e consigam relacioná-los às próprias experiências e ao mundo ao redor. A proposta é ampliar repertórios, provocar perguntas e fortalecer relações mais conscientes e respeitosas com as diferentes formas de existir e se reconhecer.
O que a instituição recebe
Um encontro formativo e dialogado com estudantes, conduzido a partir de conceitos, situações do cotidiano, perguntas e provocações sobre identidade, raça, pertencimento e autodeclaração.
Perguntas breves no início e no final do encontro ajudam a observar como os estudantes compreendem identidade, raça e autodeclaração antes e depois da experiência. Os registros também permitem identificar dúvidas, aprendizados e questões que podem continuar sendo trabalhadas pela escola.
A avaliação


Encontro destinado a estudantes do Ensino Médio, realizado presencialmente, com duração de 1h20.

O problema
Além de novembro: Enegrecendo o currículo ao longo do ano
A educação para as relações étnico-raciais ainda aparece, em muitas escolas, concentrada em novembro, em datas comemorativas ou em projetos isolados. Com isso, conhecimentos, histórias e referências negras permanecem pouco presentes nas diferentes áreas do currículo e no planejamento pedagógico ao longo do ano.
Uma formação para ampliar repertórios e construir caminhos para que histórias, conhecimentos e referências negras atravessem o currículo durante todo o ano e não apenas em novembro.
A transformação
A formação amplia repertórios e convida profissionais da educação a olhar para o currículo de forma transversal. A partir de diferentes áreas do conhecimento, são construídas possibilidades para incorporar referências, perspectivas e produções negras ao planejamento pedagógico durante todo o ano.
O que a instituição recebe
Um encontro formativo com profissionais da educação, com referências e possibilidades práticas para diferentes componentes curriculares, além de materiais de apoio que podem contribuir para o planejamento e a continuidade do trabalho na escola.
Perguntas de entrada e saída ajudam a observar mudanças na percepção sobre currículo e representatividade. Ao final, participantes identificam possibilidades concretas de incorporar novos conhecimentos, referências e perspectivas às próprias práticas pedagógicas.
A avaliação


Formação destinada à gestão, direção, coordenação pedagógica, pedagogas(os) e professores, realizada presencialmente ou online, com 1h20 de encontro formativo + 1h de diálogo com a gestão e/ou equipe pedagógica.
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